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8.7.08

Calma que a noite ainda nem começou!
Enquanto estava na bilheteira, de bolsa à tiracolo e carteira do dinheiro na mão duas romenas tentam assaltar-me...virei-me de repente e mandei-lhes uns berros: "tira a mão daí, o que é que se passa, o que é que vocês querem, não toquem na minha carteira", etc, etc. fiquei numa pilha de nervos. Olho à minha volta e estava uma senhora ao lado a observar tudo como se nada fosse e a empregada da bilheteira em frente na boa. Fiquei chocada entre o descaramento das romenas e a passividade da mulher a observar e da empregada da bilheteira. Estes lisboetas estão mesmo doidos ou será só das lisboetas?
Bom.
Quando a Catarina acabou de dançar viemos embora. Não dava para ver mais. Tinhamos atingido o limite da complacência. Chegamos ao carro e diz a minha amiga "deixaram a porta aberta" e eu "quem?" diz ela "estes malandros" e eu "ahhhh? que malandros?" e ela "deixo sempre a porta do carro destrancada tou farta que me partam vidros e rebentem a fechadura, estes gajos já deviam saber que este modelo de carro não dá para fazer ligação directa" e eu "deixaste em plena Lisboa, à noite, a porta do carro destrancada?" e ela "sim, só que os fulanos deixaram a porta aberta". Porta aberta. Porta destrancada. Ligações directas. Pelos vistos em Lisboa já se facilita a vida a um ladrão, enfim a gente ajuda a quem tem que ganhar a vida dificil né?
Eu não sou de Lisboa! A minha carteira é que não facilito a roubar a ninguém!
Diz a minha amiga "quando quiseres aventuras e adrenalina é só chamares!" Boa! Mas com calma que o meu lado provinciano escandaliza-se com estas modas de Lisboa :DDDD

17.5.08

Um passeio a Lisboa:
logo de manhã o secretário geral (depois não digam que não frequento bairros chiques),
depois uma biblioteca numa embaixada (fiquei com curiosidade de espreitar mas estava fechada, afinal o que faz uma biblioteca numa embaixada?),
almoço farto de favas (ver imagem anexa) e nem um grão de arroz (alguém já viu comer uma favada, feijoada ou algo parecido sem a companhia de um arroz branco? vá que não trazia alfaces!),

passeio pelas esculturas urbanas (mauzinhos, aquilo não era nada feio!) e







a paciente anfitriã com cara de quem diz "despacha lá isso" (quanto à decoração a empresa está no bom caminho, a servir nespressos na esplanada privativa e casa de banho em preto e cinzento, promete!)