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12.1.10

Alguém me elucida????



Aqui na ESEC existe esta árvore que acho belíssima e nunca vi em mais lado nenhum; estamos em Janeiro e ela, desde Novembro que tem ao mesmo tempo, flores lindas lilases e frutos...vou experimentar levar umas sementes para o candam, mas com os camadões de geada que lá caem, duvido que pegue...
Mas, por favor alguém me diga que árvore é!!!!!!!!!!!!!!

5.9.09

7.8.09

REM sleep is distinguishable from NREM sleep by changes in physiological states, including its characteristic rapid eye movements. However, polysomnograms show wave patterns in REM to be similar to Stage 1 sleep. In normal sleep (in people without disorders of sleep-wake patterns or REM behavior disorder), heart rate and respiration speed up and become erratic, while the face, fingers, and legs may twitch. Intense dreaming occurs during REM sleep as a result of heightened cerebral activity, but paralysis occurs simultaneously in the major voluntary muscle groups, including the submental muscles (muscles of the chin and neck).

Because REM is a mixture of encephalic (brain) states of excitement and muscular immobility, it is sometimes called paradoxical sleep. It is generally thought that REM-associated muscle paralysis is meant to keep the body from acting out the dreams that occur during this intensely cerebral stage. The first period of REM typically lasts 10 minutes, with each recurring REM stage lengthening, and the final one lasting an hour.

REM

7.4.09


Só para chatear!!!!!!
De quem é?

4.4.09


E este, hein?

23.9.08

Lenda das Amendoeiras



Há muitos, muitos séculos viveram numa região do Algarve um príncipe cristão e uma princesa nórdica.

Durante muitos anos a felicidade reinou entre eles. Um dia, porém, o príncipe notou que a princesa entristecia de dia para dia, ao ponto de por vezes não se erguer do leito.

Sem saber que fazer, o príncipe decidiu reunir o seu conselho de Estado. Nele participaram médicos célebres, mágicos de nomeada, feiticeiros e outros homens sábios. Deliberaram até altas horas, mas nenhum conseguiu encontrar a causa de tão grande pesar.

O príncipe mandou vir actores, trovadores e bailarinos para distraírem a princesa, mas durante os espectáculos a mesma tristeza descia sobre ela.

O príncipe, receando que a sua infelicidade fosse apenas um sinal de que ela já não o amava, nem a ia visitar regularmente. Até que um dia, cheio de coragem, perguntou:
- Meu amor, já não me amas?
-Amo-te tanto como no dia em que casei contigo. Sinto-me rainha do teu povo, sou amiga dos teus amigos e admiro-os, mas as saudades da neve são imensas. No meu país a neve cai todos os anos. Aqui, o sol torna os campos verdes ou doirados, mas nunca os vejo brancos. Só tenho
saudades sem fim da neve do meu país. O Inverno aproxima-se e sei que a neve não virá.
Ela ainda o amava! ... As dúvidas transformaram-se em felicidade. Depois de muito meditar, encontrou uma solução. Mandou plantar pelos seus criados milhares de amendoeiras à volta do palácio.

A Primavera chegou. As flores das amendoeiras, pouco a pouco, começaram a desabrochar. Em breve, os campos cobriram-se de flores brancas.

Um dia em que a princesa se sentia muito abatida, o príncipe entrou nos seus aposentos e beijando-a, envolvendo-a em seus braços, murmurou:
- Querida, por mim faz um esforço e vem ver o sol que acaba de nascer. Tudo quanto a nossa vista abrange parece ouro acabado de ser lavado.

Para não o desgostar, ela levantou se e dirigiu-se para a janela. Tudo estava coberto, não com um lençol de neve mas sim com um de pequeninas flores brancas.

Pelo rosto da princesa lágrimas rolaram. O seu bem amado por ela transformara a terra castanha em terra branca de neve. Segundo a lenda, é por esta razão que no Algarve, ainda hoje, há tantas amendoeiras.
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"É muito antiga esta lenda e foi atribuída a muitas regiões. Parece que tem s suas origens mais remotas na Pérsia, pais tradicional de amendoeiras e de gentileza. No entanto, ela surge também na Turquia e em todo o Próximo Oriente. Em Espanha foi atribuída à cidade de Córdova e a Sevilha. No Garbe português foi atribuída a Silves. Um rei mulçumano, Al-Mo´tamide ou Aben Mafom, teria mandado plantar pelos montes em volta do seu castelo, amendoeiras em enorme quantidade para satisfazer os desejos de sua esposa, um cristã do Norte que morria de saudades por não ver a neve dos altos píncaros. Uma vez despontadas as flores, a princesa, vendo tudo de branco coberto, passou a sentir-se como em sua casa e não mais pensou em voltar ao seu país. Hoje, as amendoeiras invadiram toda a cerca do Castelo de Silves, transformando o Castelo, na época própria, num enorme açafate de flores brancas com leves tonalidades de róseo. A princesa, se ainda hoje vivesse, poderia brincar com as flores de amendoeira como com os flocos de neve."

3.9.08




1.9.08

E este?



...ou este



...pois, não gostas. Preferes Katzenschmaus

20.7.08

Roam-se de inveja



Salada frita à La Mushu et Mo. Cede-se receita mediante preço (alto) a ajustar.

7.7.08

Uma destas noites fui ver a Catarina dançar ao Coliseu. Fui com uma amiga. Chegamos depois da hora por isso tivemos que nos contentar com o que havia: um camarote daqueles de ladecos que não se vê nada sem uma dor de pescoço. Quando chegamos ao camarote deparamo-nos com um casal já lá dentro e ele em amena cavaqueira ao telefone. Voltei para trás e disse à menina que não ficavamos ali naquelas condições, pedi à menina que nos arranjasse outro camarote, podia ser outro qualquer menos estar ali a aturar a conversa telefónica. Ela prometeu que ía ver o que se podia arranjar. Enquanto ela foi e veio, diz-nos o homem que estava no camarote (já tinha desligado o telefone): mas vocês querem a chave de outro camarote? e nós: a chave?, não se preocupe a menina já foi tratar do assunto. Diz ele: mas qual é o vosso camarote? e nós: é o 46. E ele: ahhh o nosso é o 45, nós é que estamos mal então, ó mulher procura aí na mala os nossos bilhetes, vê-lá se não é o 45. A mulher bem procurou mas não encontrou. Entretanto aparece um homem da organização do Coliseu. Diz ele: está tudo bem? querem mudar de camarote? têm alguma queixa destes senhores? e nós: não é preciso, este casal é que está mal e já se vai embora.
Parece tudo normal? NÃO. Aquele casal estava ali no engate, ou seja comprar um camarote por 14 euros sai mais barato que estar num qualquer beco a mandar uma.
Tudo com a conivência do Coliseu.
Compreendemos depois porque é que os empregados foram todos tão solicitos connosco e porque raio é que o homem tinha a chave: ele pensou que estavamos ali, as duas mulheres, para o mesmo que eles. Quando percebeu o nosso verdadeiro interesse em VER o espéctaculo é que se prontificou a corrigir a situação e a basar dali. Qual camarote 45 qual carapuça.
Isto são os loucos de Lisboa... ou eu é que estou completamente fora!!!
Voltando ao início: a Catarina dançou bem, muito bem, demasiado bem no meio da mediocridade, triste e pobre mediocridade de paisinhos que pagam para as criancinhas andarem nos ballets, danças, hips hops, da porcaria, batem muitas palminhas e fica tudo feliz, saltitam no palco, mandam beijinhos aos pais, pagam um dinheirão pelo aluguer do Coliseu (graças a deus presta-se para tudo e qualquer merda). E vão felizes para as suas casas com as suas criancinhas tótós de tutus e muito dreds.
Acho que estou mesmo fora!
E tenho pena que a minha filha não arranje uma escola de dança de jeito. Com professores a sério, coreografia, disciplina, arte e prazer na dança.

24.5.08

songs that make me shake

gosto da voz desta "gaija"



mas há "coisas" antigas que ainda me fazem mexer...



grupos dos quais só elejo um tema



e depois há os ETERNOS...como o caso Fela Kuti, sobre o qual só se poderá compreender a importância, situando-o no tempo e tentando entender o seu dialecto em que profere as palavras revolucionárias que o levaram à prisão por diversas vezes na Nigéria...



depois há "estas coisas" que (não sei bem porquê) trazem boas recordações, ou pelo menos, recordações que não "pesam"...

31.3.08

20.3.08

Folar à moda de Olhão


Ingredientes:
1Kg de farinha
60 g de fermento de padeiro
Sumo de 2 laranjas
Cerca de 1,5 dl de água
Sal
125g de banha
Manteiga para barrar (250gr)
1 cálice de aguardente
Açúcar e canela para polvilhar.

Mistura-se a farinha com 125 gr de manteiga, a banha, o sumo das laranjas, 1 cálice de aguardente e água com algum sal.

Desfaz-se o fermento numa pequena porção de água morna e amassa-se com a farinha. Para isto será melhor espalhar a farinha, fazendo uma cova no centro e colocar aí o fermento. Para amassar o fermento retire a farinha da periferia para o centro. Amassa-se muito bem.

Tiram-se bocados de massa do mesmo tamanho e fazem-se bolas, que se estendem com o rolo até ficarem circulares e planas, com cerca de 10 cm de diâmetro.

Barra-se muito bem cada círculo com manteiga e polvilha-se abundantemente com açúcar e um pouco de canela. Sobrepõem-se vários círculos uns por cima dos outros. Deixa-se levedar durante 3 horas coberto por um pano de lã. Coloca-se num tacho untado com manteiga e novamente polvilha-se abundantemente com açúcar e um pouco de canela.

Vai a forno quente a cozer. Tira-se quente do tabuleiro, com a ajuda de uma faca.


Fiquem a saber, meus amigos, que quem prova o folar do Algarve já não quer outro. Boa Páscoa a todos.
(TóZé, a receita é para ti, para me trazeres um já feito quando cá vieres :P)