Limpar Portugal? Pensei que fosse dos aldrabões e dos políticos na senda da hora da verdade, já agora :-P A floresta que a limpe o dono dela, credo com tantas coisas para fazer e vamos andar a limpar a casa dos outros? Isso custa dinheiro e há quem ganhe dinheiro com a floresta. Mas para o Vaidoso Generoso que está assim com tanta vontade de vergar as costas sei de alguém que tem uma mata lá para os lados de Vila Real (quer dizer, uma floresta mas mais pequena) e sempre poupava uns tustos a mandar limpá-la. Porque os donos das florestas e matas, a isso são obrigados. Ó Pai Natal volta que estás perdoado :-D Ahhh lembrei-me de outro que também tem uma floresta, vou dar-lhe a ideia de pôr os alunos de veterinária a limpá-la :DDDDD e conheço outro que tem uma empresa de gestão de florestas também lhe deve dar jeito uma mão-de-obra animada e grátis. Como é estais preparados para a labuta, equipamento de protecção individual, farnel, ala para a estrada, sábado? "Vão indo que já lá vou ter" - in Deolinda
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22.9.09
26.12.08
25.12.08
24.12.08
21.12.08
As bolas do Spit fizeram-me lembrar o Natalino ...
O Natalino foi das passagens mais efémeras da minha vida. Talvez mesmo a mais efémera. Porque me lembro dele? Porque foi por esta altura que ele apareceu. Vinha gelado. Acolhi-o com paninhos quentes e goles de aguardente velha para o reanimar. E partilhei com ele a minha cama, que o espírito da época assim mandava. Quando lhe perguntei de onde vinha, fugiu à resposta e depois não tive tempo de saber para onde ia.Mas era uma figura possante, de presença cheia, caloroso nos gestos e meigo como um cachorro.Na intimidade pedia para ser a Rena, porque estava farto de ter protagonismo e adorava que lhe pusessem os cornos. E eu, habituada às mais variadas fantasias, não estranhava o pedido e fazia-lhe a vontade. Vestida de vermelho e com um cachecol felpudo a rodear-me os ombros de branco, pegava nas rédeas e fazia ho.ho.ho… e o Natalino sorria, fechando os olhos. E em sussurro ia falando em consoadas embora eu dissesse "consolada".
Eram um gozo de excepção as nossas cenas festivas. Gostava de deslizar com ele pela neve dos nossos sonhos da estação fria, agarrar-me ao tronco e enfeitar-me com as bolas. Era uma árvore de Natal perfeita a que fazíamos juntos. E se eu gostava dos presentes! Era vê-lo a despejar-me o saco no colo e eu, deslumbrada, a pedir mais.
Depois não sei se se cansou ou se era próprio da sua natureza escapar-se assim como tinha chegado. Mas foi. Exactamente no dia 31 de Dezembro, murmurando que o amor é bom quando é só por uma estação.
16.12.08
24.12.07
Prendas(3,4,5, 6 e 7)

Para o TóZé este livro "Capitão Cuecas e o Ataque das Sanitas Falantes"

Para o Jakim este útil dicionário para emprestar aos amigos.

Pata a Ivette Marise um cãozinho robot para ela nunca mais ter desgostos.

Para a Lucy aprender a fazer viagens sem ter que gastar muita massa.

Para a Fausta ver se finalmente consegue compreender os homens... ou talvez não.
23.12.07
Prendas (1)
8.12.07
29.11.07
24.1.07
23.12.06
22.12.06
Feliz Natal
18.12.06
Ivette...
13.12.06
The night before Christmas

'Twas the night before Christmas, when all through the house
Not a creature was stirring, not even a mouse;
The stockings were hung by the chimney with care,
In hopes that St. Nicholas soon would be there;
The children were nestled all snug in their beds,
While visions of sugar-plums danced in their heads;
And mamma in her 'kerchief, and I in my cap,
Had just settled down for a long winter's nap,
When out on the lawn there arose such a clatter,
I sprang from the bed to see what was the matter.
Away to the window I flew like a flash,
Tore open the shutters and threw up the sash.
The moon on the breast of the new-fallen snow
Gave the lustre of mid-day to objects below,
When, what to my wondering eyes should appear,
But a miniature sleigh, and eight tiny reindeer,
With a little old driver, so lively and quick,
I knew in a moment it must be St. Nick.
More rapid than eagles his coursers they came,
And he whistled, and shouted, and called them by name;
"Now, Dasher! now, Dancer! now, Prancer and Vixen!
On, Comet! on Cupid! on, Donder and Blitzen!
To the top of the porch! to the top of the wall!
Now dash away! dash away! dash away all!"
As dry leaves that before the wild hurricane fly,
When they meet with an obstacle, mount to the sky,
So up to the house-top the coursers they flew,
With the sleigh full of toys, and St. Nicholas too.
And then, in a twinkling, I heard on the roof
The prancing and pawing of each little hoof.
As I drew in my hand, and was turning around,
Down the chimney St. Nicholas came with a bound.
He was dressed all in fur, from his head to his foot,
And his clothes were all tarnished with ashes and soot;
A bundle of toys he had flung on his back,
And he looked like a peddler just opening his pack.
His eyes -- how they twinkled! his dimples how merry!
His cheeks were like roses, his nose like a cherry!
His droll little mouth was drawn up like a bow,
And the beard of his chin was as white as the snow;
The stump of a pipe he held tight in his teeth,
And the smoke it encircled his head like a wreath;
He had a broad face and a little round belly,
That shook, when he laughed like a bowlful of jelly.
He was chubby and plump, a right jolly old elf,
And I laughed when I saw him, in spite of myself;
A wink of his eye and a twist of his head,
Soon gave me to know I had nothing to dread;
He spoke not a word, but went straight to his work,
And filled all the stockings; then turned with a jerk,
And laying his finger aside of his nose,
And giving a nod, up the chimney he rose;
He sprang to his sleigh, to his team gave a whistle,
And away they all flew like the down of a thistle.
But I heard him exclaim, ere he drove out of sight,
"Happy Christmas to all, and to all a good-night."
(Kéke foi? Apeteceu-me!)
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