Então é por isso que ele anda desaparecido! (andava de pseudónimo)
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18.9.09
28.8.09
21.4.09
5.4.09
29.3.09
E este hem?
A figurar não sei em que etiqueta: senão fosse o bigode não tinha dúvidas que era em "homens bonitos"... assim vai para?

Ó Tozé, que tal teste do "lápis sobre papel"?
;-)
29.8.08
8.8.08
um pézinho no deserto
26.7.08
26.6.08
20.6.08
22.5.08
17.5.08
Tomem lá mais póésia, a imagem anexa à dita não veio agarrada às letras no copy paste. E com isto já fazia um bloguesinho à maneira, não era?
Espelho
Anibal Beça ©
Para fechar sem chave a minha sina
Clara inversão da jaula das palavras
As vestes da sintaxe que componho
De baixo para cima é que renovo.
Escancarando um solo transmutado
Para o sol da surpresa nas janelas
Ao mesmo pouso de ave renascida
Do fim regresso fera não domada.
Na duração que escorre nessa arena
Lambendo vem a pressa em que me aposto.
Nessa voragem, vaga um mar de calma
Que me alimenta os ossos da memória.
Sobrada sobra, cinza dos minutos,
O que sobrou de mim são essas sombras.
............................................................
O que sobrou de mim são essas sombras
Sobrada sobra, cinza dos minutos,
Que me alimenta os ossos da memória.
Nessa voragem vaga, um mar de calma
Lambendo vem a pressa em que me aposto
Na duração que escorre nessa arena.
Do fim regresso fera não domada
Ao mesmo pouso de ave renascida
Para o sol da surpresa nas janelas
Escancarando um solo transmutado.
De baixo para cima é que renovo
As vestes da sintaxe que componho
Clara inversão da jaula das palavras
Para fechar sem chave a minha sina.
Espelho
Anibal Beça ©
Para fechar sem chave a minha sina
Clara inversão da jaula das palavras
As vestes da sintaxe que componho
De baixo para cima é que renovo.
Escancarando um solo transmutado
Para o sol da surpresa nas janelas
Ao mesmo pouso de ave renascida
Do fim regresso fera não domada.
Na duração que escorre nessa arena
Lambendo vem a pressa em que me aposto.
Nessa voragem, vaga um mar de calma
Que me alimenta os ossos da memória.
Sobrada sobra, cinza dos minutos,
O que sobrou de mim são essas sombras.
............................................................
O que sobrou de mim são essas sombras
Sobrada sobra, cinza dos minutos,
Que me alimenta os ossos da memória.
Nessa voragem vaga, um mar de calma
Lambendo vem a pressa em que me aposto
Na duração que escorre nessa arena.
Do fim regresso fera não domada
Ao mesmo pouso de ave renascida
Para o sol da surpresa nas janelas
Escancarando um solo transmutado.
De baixo para cima é que renovo
As vestes da sintaxe que componho
Clara inversão da jaula das palavras
Para fechar sem chave a minha sina.
8.5.08
"Já não tens piada, estás diferente, já estás muito grande", "Arranja outro, vai às compras, mas não saias daí"
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Ahh pois é,
é a vida...,
lamechices,
mimos
1.3.08
Descobri!
Descobri porque a Lucy anda tão desaparecida. Esteve a supervisionar a obra da sua nova casa e a entrevistar pilotos. Assim, para viajar nem vai ter que sair de casa, o avião já lá está!

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Ahh pois é,
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her secret life
28.12.07
8.12.07
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